sábado, outubro 14, 2006

Se é barato...

Numa altura em que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e a Associação Portuguesa de Software (ASSOFT), andam à procura de dinheiro para o Natal – leia-se, apreender computadores e multar empresas que utilizam software "pirata", o que quer que isso seja – devemos todos, empresas ou não, fazer-lhes a vontade.
Comprar software proprietário? É claro que não. Ao contrário de outros tempos, não há praticamente nenhum programa pago que não tenha um equivalente a custo zero. Só é preciso procurá-los, porque quem os desenvolve não tem os milhões que outros têm para gastar em campanhas e patrocínios, a publicitá-los.

Um bom exemplo é o OpenOffice, uma Office Suite, que é como quem diz, um pacote com vários programas que hoje em dia já ninguém dispensa e que é composto por folha de cálculo, processador de texto, base de dados, apresentação multimédia, e ainda outros.
Outro exemplo, é o Irfanview, para trabalhar fotografia de forma pouco complexa, mas que cumpre as exigências da maioria dos utilizadores, isto é, ajusta níveis de brilho, cor, contraste, corta, cola, redimensiona, acrescenta texto, e não só.

Portanto, toca a usar software “à borla” (ou será grátis?), porque a vida não está para despesas, e lembrem-se: Se é barato … é porque é bom!