Referendo: pelo sim, pelo não
Sendo certo que a democracia precisa de se afirmar continuamente, uma vez mais vamos ser chamados a votar, ainda que desta vez não seja para garantir a reforma de alguém mais ou menos conhecido, mas para o referendo à Interrupção Voluntária da Gravidez (I.V.G), mais conhecido por “referendo ao aborto”.
Como isto da política é como os músculos (precisam de ser exercitados) é ver os nossos políticos seniores, menos seniores e até alguns juniores, de ambos os lados da barricada, diga-se, testando os conhecimentos da arte, isto é, falando de tudo o que é acessório sem irem ao fundamental da questão, que é como que diz, “sem explicarem ao que vêm”.
Como eles e elas não dizem o que quer que seja para me esclarecer, resolvi alinhar as ideias e cheguei à conclusão que sou pelo NÃO.
. A IVG deve ser usada como método anticoncepcional?
Não, até porque deve ser mais arriscado do que tomar a pílula, por exemplo.
Não, as Casas Pias deste país já têm utentes a mais.
Não, apenas deve aumentar o preço a pagar porque quem precisa terá que se sujeitar.
Não, ainda que seja essa a vontade de alguns (falsos) puritanos.
Afinal, ao que parece, a pergunta que nos colocarão, é um pouco mais elaborada e digna de outra resposta, pelo que aqui a reproduzo juntamente com a resposta que ela merece.
SIM e ao contrário do que já ouvi, não vejo hipótese de ser confundido com uma qualquer promoção de supermercado do tipo “faça dois e pague um” ou do tipo bónus de quantidade, “ao décimo tem um grátis”.
É já no dia 11 de Fevereiro de 2007, Domingo, antes ou depois da missa. Ah e a propósito lembrem-se que se não fosse a IVG, haveria por aí muitos padres sem esposa mas com alguns filhos. :-)




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