Que maravilhas!

Finalmente (!?) ficámos a saber quais as “Sete Maravilhas” deste mundo. Como não podia deixar de ser, o espectáculo foi realizado em Portugal / Lisboa (nestas coisas estamos sempre na linha da frente), com toda a pompa e circunstância.
Como as escolhidas não se podem defender, direi apenas que há tanta coisa útil para ocuparmos o nosso (deles) tempo e dinheiro, que não havia necessidade de uma coisa destas.
Entre as escolhidas está a Grande Muralha da China (que diziam que era visível da lua, mas não passa de uma grande mentira), um dos maiores hinos à mão-de-obra barata, quiçá escrava, de que há memória. Que sirva de consolo aos que trabalharam nos seus 7.300 Kms.!
Estou certo que lá para a milésima edição, haverá em Portugal fortes candidatas ao título, tendo em conta a actual proliferação de mão-de-obra clandestina a par dos trabalhadores independentes (cada vez mais dependentes - os tais do “recibo verde”), os novos escravos da era moderna.
Claro está que não perdi tempo a ver “o tal espectáculo”, mas isso não significa que critique aqui quem o viu, antes pelo contrário: enquanto estiveram entretidos, não pensaram nas desgraças da vida.
Como diria o outro: “com papas e bolos…”
Como as escolhidas não se podem defender, direi apenas que há tanta coisa útil para ocuparmos o nosso (deles) tempo e dinheiro, que não havia necessidade de uma coisa destas.
Entre as escolhidas está a Grande Muralha da China (que diziam que era visível da lua, mas não passa de uma grande mentira), um dos maiores hinos à mão-de-obra barata, quiçá escrava, de que há memória. Que sirva de consolo aos que trabalharam nos seus 7.300 Kms.!
Claro está que não perdi tempo a ver “o tal espectáculo”, mas isso não significa que critique aqui quem o viu, antes pelo contrário: enquanto estiveram entretidos, não pensaram nas desgraças da vida.




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