Francesinhas

Se em Roma sê romano, no Porto “sê um homem do Nuorte, carago!”
Para começar, gastronomicamente falando, deve começar-se por comer uma francesinha, de preferência no Porto, cidade.
A francesinha não é mais do que uma sandes, na qual é normalmente utilizado pão de forma e cujos ingredientes variam em função da necessidade de quem a serve, marcar a diferença: fiambre, salsichas (frescas ou não), mortadela, paio, chourição, linguiça, bife de vaca, lombo assado, camarão, ovo … coberta com queijo, com ou sem batata frita, regada com molho, picante ou não (o tal segredo que cada um chama seu) e que depois passa pelo forno (ou será micro-ondas) para gratinar que é como quem diz, derreter o queijo.
Perfeita, perfeita, perfeita…não há. Ao contrário da publicidade à cerveja de Leça do Balio (Super Bock, obviamente), não há uma francesinha perfeita.
Pelo sim, pelo não, o melhor será consultar o cardápio ou questionar o empregado quanto à composição, não vá algum dos ingredientes colidir com o gosto do proponente comedor.
Para quem estiver interessado em experimentar in loco, deixo aqui três sugestões testadas e aprovadas:
A. Cunha – próximo da igreja de Ramalde, a dois passos do estádio do Bessa;
Capa Negra II – Rua do Campo Alegre, 191;
Cervejaria Galiza – Rua do Campo Alegre, 55.
Bom apetite!




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