Cuidado com os trocos

A crise veio para ficar e com ela vieram também os “enganos” nos trocos, que passaram de esporádicos a constantes o que leva a crer tratar-se de uma forma de obter uma gorjeta forçada, para arredondar o vencimento mensal, em alguns casos miserável, tendo em conta o número de horas de trabalho. Ainda assim, não pode servir de justificação para nos meterem a mão na carteira, ainda por cima, com o maior dos sorrisos, como quem diz: “sorria, está a ser enganado!”.
É claro que isto só acontece quando, como agora se diz, nos “pomos a jeito”.
Como? Tão simples quanto isto:
E se dermos conta? Seremos prontamente ressarcidos (sem que ponham sequer em dúvida a nossa reclamação) e brindados com mil desculpas e um sorriso, que nos desarmará e nos levará a pensar: afinal foi sem querer.
É caso para questionar: terá sido?
É claro que isto só acontece quando, como agora se diz, nos “pomos a jeito”.
Como? Tão simples quanto isto:
- Pagar a conta com um valor substancialmente superior, que dará origem a um troco volumoso. Com os euros, é muito frequente isso acontecer;
- Não conferir o troco de imediato. Normalmente não o fazemos e se estivermos “pressionados” por uma fila imensa atrás de nós, mais difícil será fazê-lo;
- Estar na fila da caixa para pagar (no supermercado ou numa qualquer loja de centro comercial), à conversa com um amigo ou familiar, quando chega a nossa vez;
- Estarmos distraídos e demonstrá-lo;
- Evidenciar pressa em nos despacharmos.
E se dermos conta? Seremos prontamente ressarcidos (sem que ponham sequer em dúvida a nossa reclamação) e brindados com mil desculpas e um sorriso, que nos desarmará e nos levará a pensar: afinal foi sem querer.
É caso para questionar: terá sido?




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