Ano Novo, Vida Velha

Imaginem-se, com pouco dinheiro no bolso, num almoço com pessoas mais ou menos conhecidas: os membros do nosso governo!
Na hora de pedir, escolhem um dos pratos mais baratos, enquanto eles, os tais conhecidos, procuram na ementa as iguarias mais caras, certamente porque trazem a carteira mais recheada.
Sobremesa, não obrigado, digestivos nem pensar.
Apenas um cafezinho, para o dinheiro chegar!
Chegado o momento de pagar, fazemos contas ao que comemos e, quando já temos as notas na mão, eis que o “Inginheiro” decide: nada de contas à moda do Porto; a despesa divide-se por todos.
Moral da história: não adianta pouparmos. Vamos sempre ter que pagar o que eles comem!
Na hora de pedir, escolhem um dos pratos mais baratos, enquanto eles, os tais conhecidos, procuram na ementa as iguarias mais caras, certamente porque trazem a carteira mais recheada.
Sobremesa, não obrigado, digestivos nem pensar.
Apenas um cafezinho, para o dinheiro chegar!
Chegado o momento de pagar, fazemos contas ao que comemos e, quando já temos as notas na mão, eis que o “Inginheiro” decide: nada de contas à moda do Porto; a despesa divide-se por todos.
Moral da história: não adianta pouparmos. Vamos sempre ter que pagar o que eles comem!




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