domingo, outubro 22, 2006

Transporte colectivo


Mostrando sensibilidade aos problemas do trânsito na nossa cidade, este cidadão resolveu por em prática os ensinamentos do programa “Minuto Verde”, transmitido diariamente na RTP, e em vez se de deslocar sozinho no seu motociclo, passou a dar boleia a quatro vizinhos. Um exemplo a seguir por todos nós!

quinta-feira, outubro 19, 2006

Lembram-se?


Disquetes flexíveis de 5 1/4. Outros tempos!

Na minha escola

Professor: De onde vem a electricidade?
Aluno: Do Jardim Zoológico!
Professor: Do Jardim Zoológico?
Aluno: Pois! O meu pai, quando falta a luz em casa, diz sempre: "Aqueles camelos...".
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Professor: Quantos corações temos nós?
Aluno: Dois, senhor professor.
Professor: Dois!?
Aluno: Sim, o meu e o seu!
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Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- 1º Aluno: Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
- 2º Aluno: E eu fui esperá-lo ao aeroporto!

quarta-feira, outubro 18, 2006

Clio


Há um ano, no Autódromo do Estoril, foi assim a
apresentação do Renault Clio.

Fumo


Eu fumo
Tu fumas
Ele/Ela fuma
Nós Fumamos
Vós Fumais
Eles/Elas Fumam

Setúbal


Parque de estacionamento !

sábado, outubro 14, 2006

Se é barato...

Numa altura em que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e a Associação Portuguesa de Software (ASSOFT), andam à procura de dinheiro para o Natal – leia-se, apreender computadores e multar empresas que utilizam software "pirata", o que quer que isso seja – devemos todos, empresas ou não, fazer-lhes a vontade.
Comprar software proprietário? É claro que não. Ao contrário de outros tempos, não há praticamente nenhum programa pago que não tenha um equivalente a custo zero. Só é preciso procurá-los, porque quem os desenvolve não tem os milhões que outros têm para gastar em campanhas e patrocínios, a publicitá-los.

Um bom exemplo é o OpenOffice, uma Office Suite, que é como quem diz, um pacote com vários programas que hoje em dia já ninguém dispensa e que é composto por folha de cálculo, processador de texto, base de dados, apresentação multimédia, e ainda outros.
Outro exemplo, é o Irfanview, para trabalhar fotografia de forma pouco complexa, mas que cumpre as exigências da maioria dos utilizadores, isto é, ajusta níveis de brilho, cor, contraste, corta, cola, redimensiona, acrescenta texto, e não só.

Portanto, toca a usar software “à borla” (ou será grátis?), porque a vida não está para despesas, e lembrem-se: Se é barato … é porque é bom!