domingo, fevereiro 11, 2007

Já?


Já passaram dois anos !?

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Honestidade

Ontem, um pacato motorista de táxi praticou a boa acção da sua vida. Transportou uma senhora que no fim do serviço lhe deu uma gorjeta de 30 cêntimos, mas deixou esquecida no porta-bagagem do táxi, uma pequena mala. Alertado pelo cliente seguinte, o motorista dirigiu-se ao local onde tinha deixado a senhora, mas dela nem rasto. Levou então a mala para a central para a qual trabalha e aí abriram a mala para ver o que continha e procurar alguma identificação. Encontraram o n.º de telefone da mãe da senhora e 31, isso mesmo, 31 anéis de diamantes. Depois de alguns telefonemas, a mala foi entregue à sua proprietária.

É claro que isto podia ter acontecido em Lisboa, mas na realidade aconteceu em Nova Iorque. A senhora, dona de uma joalharia, fez questão que o motorista aceitasse um cheque de $100, para o compensar pelo dinheiro que deixou de ganhar enquanto procurava entregar-lhe a mala.

Moral da estória: “vão-se os anéis mas fica a honestidade!”

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Paga e cala-te


Alguém me explica que valor acrescentado "esta gente" tráz às ruas das cidades, para se fazerem pagar, por tudo e por nada?

sábado, fevereiro 03, 2007

Admirável mundo


A tecnologia tem destas coisas: onde há poucos anos nem se conseguia usar o telemóvel, podemos agora viajar pelo mundo e interagir com outros internautas deste planeta. Isto nada teria de extraordinário, não fosse o facto de estarmos no meio do pinhal, ouvindo o bater das ondas e sentindo o cheiro a maresia, a uns seis ou sete quilómetros da “civilização”, tudo graças à banda larga sem fios. É caso para dizer: ”nada voltará a ser como antes!”.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Referendo: pelo sim, pelo não

Sendo certo que a democracia precisa de se afirmar continuamente, uma vez mais vamos ser chamados a votar, ainda que desta vez não seja para garantir a reforma de alguém mais ou menos conhecido, mas para o referendo à Interrupção Voluntária da Gravidez (I.V.G), mais conhecido por “referendo ao aborto”.
Como isto da política é como os músculos (precisam de ser exercitados) é ver os nossos políticos seniores, menos seniores e até alguns juniores, de ambos os lados da barricada, diga-se, testando os conhecimentos da arte, isto é, falando de tudo o que é acessório sem irem ao fundamental da questão, que é como que diz, “sem explicarem ao que vêm”.

Como eles e elas não dizem o que quer que seja para me esclarecer, resolvi alinhar as ideias e cheguei à conclusão que sou pelo NÃO.

. A IVG deve ser usada como método anticoncepcional?
Não, até porque deve ser mais arriscado do que tomar a pílula, por exemplo.

. Deve a mulher ser obrigada a ter o filho que não é desejado?
Não, as Casas Pias deste país já têm utentes a mais.

. Deixará de haver IVG’s se a lei não for aprovada?
Não, apenas deve aumentar o preço a pagar porque quem precisa terá que se sujeitar.

. Devemos mandar para a fogueira, as mulheres que pratiquem a IVG?
Não, ainda que seja essa a vontade de alguns (falsos) puritanos.


Afinal, ao que parece, a pergunta que nos colocarão, é um pouco mais elaborada e digna de outra resposta, pelo que aqui a reproduzo juntamente com a resposta que ela merece.

"Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"

SIM e ao contrário do que já ouvi, não vejo hipótese de ser confundido com uma qualquer promoção de supermercado do tipo “faça dois e pague um” ou do tipo bónus de quantidade, “ao décimo tem um grátis”.

É já no dia 11 de Fevereiro de 2007, Domingo, antes ou depois da missa. Ah e a propósito lembrem-se que se não fosse a IVG, haveria por aí muitos padres sem esposa mas com alguns filhos. :-)